(Ar)risque
Teus olhos são cobertos de penumbra
Tuas mãos, impermeáveis à sensações
Teus pensamentos estão a conjugar no futuro do pretérito
Aquilo que tua imaginação não riscara no presente
Nem tu tentaste arriscar no futuro
Há um oco espaço em tua alma
Há um vagão vazio a percorrer histórias
Pois tu impossibilitaste de ser riscada
Aquela faísca que pra te acender era necessária
Ah! Se tu pudestes afastar a penumbra
Ah! Se tu pudestes respirar o ar de outrora
Tu verias
O ar que tem risco
O ar que se podes riscar
O ar que se vives
Da faísca que se sentes
E te permites
Arriscar.
Tuas mãos, impermeáveis à sensações
Teus pensamentos estão a conjugar no futuro do pretérito
Aquilo que tua imaginação não riscara no presente
Nem tu tentaste arriscar no futuro
Há um oco espaço em tua alma
Há um vagão vazio a percorrer histórias
Pois tu impossibilitaste de ser riscada
Aquela faísca que pra te acender era necessária
Ah! Se tu pudestes afastar a penumbra
Ah! Se tu pudestes respirar o ar de outrora
Tu verias
O ar que tem risco
O ar que se podes riscar
O ar que se vives
Da faísca que se sentes
E te permites
Arriscar.
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